segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A SÍNDROME DA ARTE







Desde os tempos da pre-história a arte já era cultivada pelo homem, mesmo sem saber que todo aquele trabalho viesse ter um significado tão maravilho durante os séculos. O que dizer dos desenhos rudimentares pintados em rochas e cavernas do mundo inteiro? Foi através deles que o homem neolítico e paleolítico conseguiram expressar seus sentimento e, provar desta forma a sua existência.
         A escrita; as pinturas; as músicas; a dança e tantas outras expressões artísticas retratam o passado; o presente e conseguirão mostrar as próximas gerações o modelo de vida e as tendências que vivemos em nosso tempo.
         Sem distinção de classe social, esta síndrome se apoderar de todos aqueles que de alguma maneira se disponibiliza a criar. O imaginário toma forma. O pensamento se materializa. E por fim, nasce o que chamamos de arte. Trazendo traços predominantes do próprio autor.
         Hoje é muito mais fácil ver uma preocupação bem, mas acentuada às preservações das culturas locais. Tais expressões são uma espécie de código genético social. Um “retrato falado” das raízes daquele povo.
A valorização dessas expressões devem ser conduzidas com cuidado, e mantida a tradição de geração em geração. Um povo sem cultura, não é povo.


Aldo Santana 02/11/2008

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